Day 13
Grande Recife
A Grande Barreira de Corais: quando a Natureza pinta cenários de sonho
A face urbana do Great Reef
Hoje é talvez o dia que mais ficará na nossa memória. Finalmente temos uma manhã em que não precisamos acordar cedo, então vamos ao tranquilo centro de Port Douglas tomar café da manhã e seguimos em direção ao posto de embarque para entrar em contato com o Mercúrio, o catamarã que nos tirará do Mar de Coral. O cais inclui uma série de restaurantes e lojas, essencialmente um grande centro comercial localizado fora da cidade. Às 10h30 partimos em direção a GRANDE RECIFE DE CORAL, são 80 km para chegar Angincourt, que está localizado na parte mais externa da barreira.

Um pouco mais adiante, a profundidade da água vai de algumas dezenas de metros até profundidades oceânicas que podem chegar a 2.000 metros. A viagem dura uma hora e meia, passamos ao longo das Ilhas Baixas e chegamos ao cais ancorado num área rica em corais. A partir daqui experimentamos a nova experiência de mergulho com snorkel. A água refletida do mar nos impede de ver o que está por baixo, mas assim que colocamos a máscara respiratória e enfiamos a cabeça debaixo d'água um mundo nos aparece que nem ousamos sonhar. A poucos metros de profundidade (o que é incrível se considerarmos a distância da costa) abre-se uma abertura universo dos corais e peixes coloridos, tanto que parecem falsos. Nem mesmo os melhores aquários podem aspirar a tanto. Brincamos assim na água por uma hora e meia. Almoço rápido no rico buffet montado no catamarã e passeio de meia hora em barco especial com fundo de vidro. Também aqui podemos admirar de perto a beleza e variedade do recife, embora o vidro grosso atenue um pouco as cores vivas dos corais. Também aqui os peixes parecem falsos, também com cores que lembram um desfile de carnaval. Saímos às 14h50, o mar está um pouco agitado e as recepcionistas estão ocupadas retirando as malas dos turistas que sofrem de enjôo. Resistimos estoicamente como dois cães do mar… Atracamos no nosso destino às 16h. Jantar em restaurante romântico ao longo do cais. Para experimentar algo novo esta noite trazemos à mesa camarão com molho de alho, lula sal e pimenta com molho de pimenta doce e legumes, truta oceânica defumada, como o salmão. A sobremesa é um prato típico: pavlova, um merengue com creme e maracujá, provavelmente de origem neozelandesa. Caminhe pelo centro, que certamente não trocaríamos pelo de Cairns. Sem grandes pretensões de mundanismo, consegue transmitir uma sensação de paz, apesar de ser bastante frequentado por turistas. O hotel que nos acolhe também é muito tranquilo apesar de estar quase totalmente cheio.




