Alasca
Alasca, a terra selvagem: ursos, auroras boreais e glaciares numa aventura por natureza intacta e paisagens de cortar a respiração.
O regresso: quando as emoções se tornam memórias
Passaram poucos dias desde o regresso a Itália e aquela confusão gerada pelas emoções vistas e vividas ao longo de duas semanas começa a assentar, transformando-se em memórias. Começa a ganhar forma a imagem dos lugares onde estivemos e daquilo que, no momento, não percebemos plenamente porque já procurávamos o lugar seguinte, mas que agora se torna nítido. Sabíamos que o Alasca seria um osso duro de roer mesmo apenas para visitar como turistas, mas tivemos de recorrer a todas as nossas energias para captar tudo o que estava ao nosso alcance, deixando de lado apenas o que era impossível por absoluta falta de tempo. Começo, portanto, a escrever estas memórias antes que algo se perca, deixando para o fim os comentários e indicações que poderão ser úteis para compreender alguns detalhes.
Alasca: a última fronteira a conquistar
Há seis anos, ao regressar da esplêndida viagem pelo Canadá Ocidental, parecia que a gaveta das viagens desejadas se tinha esvaziado de repente e que já não seria possível encontrar sonhos que, ao concretizarem-se, pudessem igualar a realidade acabada de viver. Como imaginação em matéria de sonhos não nos falta, conseguimos fazer entrar novos sonhos nessa gaveta, que pouco a pouco se foram realizando. Mas restava ainda um, que continuava a provocar a imaginação. Talvez porque já tivéssemos provado um pouco do Alasca no regresso de Dawson City, roçando a sua parte mais oriental; talvez porque aquela terra, no nosso imaginário, continuasse a representar a “fronteira”. Talvez porque o seja realmente.
Itinerary
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