Day 9
Ilha do Príncipe Eduardo
Balsa para a Ilha do Príncipe Eduardo e até New Brunswick
Chegada à Ilha do Príncipe Eduardo
Descemos em direção à Calçada do Canso e seguimos para Caribou, onde chegamos às 10h para embarque às 11h15, pontualmente. Sob um lindo sol saímos da Nova Escócia para chegar em uma hora e um quarto Ilha da Madeira na província de Price Edward Island, a menor das províncias canadenses. Não existem paisagens deslumbrantes, mas o vermelho intenso da terra, o azul das águas e o prados verdes faça valer a pena uma visita. Até Charlottetown, encontramos várias fazendas com placas visíveis onde se lê “batatas novas”. Na verdade, os campos deste tubérculo são muito frequentes. É surpreendente ver como as batatas da região estão ainda mais atrasadas do que as nossas nas montanhas. Charlottetown se destaca pela riqueza de avenidas arborizadas, mas não vale a pena parar pelos monumentos. Observamos que, tanto na cidade como fora dela, os motoristas são cuidadosos com a velocidade. Portanto, uma de duas coisas: ou os habitantes da ilha são muito cautelosos ou a polícia é particularmente eficiente. Deixamos o Príncipe Eduardo passando pelo Ponte da Confederação, que dizem ser o ponte mais longa do mundo com seus 13 km. Do outro lado está New Brunswick, mas não paramos até Campbellton, na fronteira com Quebec. A área percorrida é bem coberta por florestas com uma paisagem por vezes monótona. Uma placa de trânsito indica o número de telefone para ligar em caso de avistamento de alces. De vez em quando, as redes de beira de estrada têm a função óbvia de impedir que os animais atravessem a estrada. Porém, não tivemos nenhuma reunião. Paramos na cidade turística de Carleton no Marie Claire B&B.
Jantamos com lagosta cozinhada habilmente por um marroquino, Mustafà. O restaurante está localizado na costa e nos foi justamente recomendado por Marie Claire. Provar lagosta nesta capital piscatória é quase uma obrigação, saber que são mortas por imersão em água a ferver faz-nos sentir bárbaros.




