Day 6
Terra Nova I
Descobrindo a Terra Nova: Parque Gros Morne até Gander, onde o tempo parou na hora certa
Manhã em Norris Point
Ann Bennet (a idosa proprietária) oferece-nos um pequeno-almoço que, dada a fartura, conseguimos terminar com dificuldade. À noite não podemos esquecer a atracação no porto, nada aventureiro mas muito sugestivo: o navio aproxima-se do porto quase imperceptivelmente, enquanto o nevoeiro mal deixava brilhar as luzes do solo. Nenhum som de motores ou qualquer outro som além da sirene de bordo interrompeu um silêncio que durante alguns minutos nos fez imaginar um ambiente de tempos passados, inspiração para dezenas de filmes. A Terra Nova como fuso horário está meia hora atrás das Províncias Atlânticas, portanto 4 horas e meia atrás da Itália.
Um sol esplêndido nos acompanha enquanto continuamos até Deer Lake e desviamos para Gros Morne. Visitamos o parque de mesmo nome chegando Ponto Norris. Descemos à aldeia, compramos alguns postais e encontramos um ponto panorâmico para almoçar. Fotografias e vídeos são desperdiçados diante de tanta beleza da natureza.

Rio Truta
Existem duas cores que preenchem o horizonte: o azul do céu e do fiorde Ed o verde que preenche os espaços restantes. Em seguida voltamos pela estrada que quase seguimos na entrada do parque e subimos pelo lado sul até Woody Point, depois para Rio Truta ao longo de uma estrada que acompanha o Talblelândia, grupo montanhoso desprovido de vegetação de cor avermelhada. Com isso percorremos todas as ruas do parque, deixando uma impressão inesquecível. Voltar para Lago dos Cervos obtemos gasolina pagando 94,3c/$ (€0,59, o reabastecimento mais caro de sempre).
Jantamos num restaurante romântico, recomendado por Cecile, onde jantamos com um prato de salmão. A sobremesa estava excelente, um cheesecake. Preços razoáveis. Quando já são 22h e um vento forte está baixando significativamente as temperaturas, vamos estocar bebidas em uma farmácia local.









